By André Pereira

16 pages in black and white, A5 format, with a partial fluorescent pink cover. First printing of 52 copies. Launched in zine form on April 25, 2015, at Feira Morta V. It was first published online on Darling Sleeper.

The Freak Scene goes on. In an improvised fashion, of course, since the main goal of this series is to test different methodologies in order to systematise the production of comics. While doing so, one tries to experiment and to perfect the graphic techniques that might be applied to new, more deliberate narratives. While the first issue was made through the creation and folding of a zine-prototype where one could draw directly upon to better visualize how the finished product would look like, this second one, having a story intended to be published online first, was designed in a whole new way.

Each page of Freak Scene #2 was thought out individually: a regular 3 x 4 grid was printed in blue color in each one of them. This structure was to organize the frames in the page, but was not intended to work as a straitjacket. Blue was also used in the sketches in order to more easily isolate and then delete them on the final edition of the image, along with the printed grid.

The story follows the tribulations created by the research of a great scientific laboratory, working amid a society ruled by strict religious protocols.


De André Pereira

16 páginas a preto e branco, tamanho A5, com capa recortada em rosa fluorescente. 1ª tiragem de 52 exemplares. Lançado a 25 de Abril de 2015, na Feira Morta V. Publicado originalmente no Darling Sleeper.

A cena freak continua; improvisada, claro, porque o que se quer aqui é testar metodologias que sistematizem a produção de banda desenhada. De caminho, procura-se experimentar e aperfeiçoar técnicas gráficas que possam ser usadas depois em narrativas mais deliberadas. Enquanto que no primeiro número se simulava o caderno para nele desenhar directamente, neste segundo fascículo, e porque a história iria ser publicada primeiro online, o método de produção muda.

Cada página do Freak Scene #2 foi pensada isoladamente, fora do conjunto. Nas folhas das pranchas foi impressa previamente uma grelha regular de 3 por 4, em cor azul. Esta estrutura serviu para organizar minimamente as vinhetas na página, mas nunca se quis como um espartilho para a composição final. Usou-se o azul na impressão e nos esboços para mais facilmente os isolar e eliminar na edição final da imagem.

A história narra como a investigação de um grande laboratório científico coloca em causa os protocolos religiosos de uma organização encarregue de regular o bom funcionamento da sociedade.