At Galeria Zé dos Bois

From April 30 to May 1, 2016. This exhibit was held during Feira Morta ► ZDB, and included the members of Clube do Inferno, André Pereira, Hetamoé, Hugo Soares and Mao, alongside Binau, Catarina Domingues, Dileydi Florez, Neuro, Patrícia Guimarães, Tiago da Bernarda, Xavier Almeida and Pato Bravo.

Coinciding with the release of Hetamoé’s I’ve finally got something to show for all of this “work” I’ve been doing. Preparatory comics & illustrations, and Mao’s Picaresque, we were part of a collective exhibition at Feira Morta ► ZDB. The theme was the ‘Dead Archive’ (which also names the exhibit), that is, all the things artists make until arriving to the end product and which are normally hidden away from the public. The exhibition’s rationale was elegantly described by Xavier Almeida in the exhibition statement, which we translate below:

“As the title indicates, Arquivo Morto – more than just a collective exhibition – is a group effort in retrieving the dead archive of artists that work in comics and related disciplines, such as drawing and illustration. Studies, sketches, tests, collages, print tests, texts… an ending portfolio of forms, research and work tools which, like an x-ray, help us to understand the means of each author to get to their final purpose. Ostracized, marginalized, ashamed at the bottom of some drawer, some which have already become wrinkled and others that were not able to escape their fate in the rubbish: here’s the resurrection of the Dead Archive.”


Na Galeria Zé dos Bois

De 30 de Abril a 1 de Maio de 2016. Esta exposição funcionou durante a Feira Morta ► ZDB, e incluiu membros do Clube do Inferno—André Pereira, Hetamoé, Hugo Soares e Mao—, a par de Binau, Catarina Domingues, Dileydi Florez, Neuro, Patrícia Guimarães, Tiago da Bernarda, Xavier Almeida e Pato Bravo.

A par dos lançamentos de I’ve finally got something to show for all of this “work” I’ve been doing. Preparatory comics & illustrations, da Hetamoé e de Picaresque, do Mao, o Clube do Inferno participou numa exposição colectiva na Feira Morta ► ZDB. O tema era o “arquivo morto”, ou seja, todas as coisas que fazemos até chegarmos ao produto final e que geralmente não são expostas ao público. O Xavier Almeida,  também presente na exposição, escreveu o seguinte texto para a folha de sala:

“Como o próprio nome indica, Arquivo Morto – mais que uma exposição colectiva – é uma investida em grupo ao arquivo morto de alguns artistas na área da Banda Desenhada e suas disciplinas satélites, como o Desenho e a Ilustração. Estudos, esboços, testes, colagens, pré-impressões, arranjos, textos…um cenário infindável de formas e ferramentas de pesquisa e de trabalho que nos ajudam a perceber os meios de cada autor, como um raio-x, para chegar ao seu objecto final. Ostracizados, marginalizados, envergonhados no fundo de uma gaveta qualquer, alguns já amarrotados e outros então não escaparam ao destino do lixo: eis a ressurreição do Arquivo Morto.”