These are our clippings.

We collect essays, reviews, and news articles that mention our work. They’re mostly in portuguese media, so far.

Onion A.V. Club09.2016

š! #25 ‘Gaijin Mangaka’

Shea Hennum, Tim O’Neil, Caitlin Rosberg, and Oliver Sava review Hetamoé’s story in š! #25 ‘Gaikin Mangaka’:

the contributors of “Gaijin Manga” demonstrate the futility of taking “manga” to mean anything other than “a comic produced in Japan.” Some of these stories, like Luis Yang’s “Tabako,” certainly do play off these more familiar elements, but others, like “Trance Dream Techno” by Portuguese cartoonist Hetamoé, more immediately recall the distended and twisted figures and slurry of screeching colors adorning Grimes’ album Art Angels. It is difficult to deny the vast chasm separating Hetamoé’s swirl of lines—striking images and text that seem to flash like a neon sign in the dark—and something like GG’s “Lapse.” The latter’s lines are crisp and clean, their use of color limited, striking, and deeply affecting. The differences are so great that comparing them is like trying to compare primal rage therapy to meditation.

Leon K. Pow/Blog09.2016

š! #25 ‘Gaijin Mangaka’

Leon K. Pow writes about Hetamoé’s story in š! #25 ‘Gaijin Mangaka’:

While many of the comics in š! #25 take partial account of the anthology’s A6 sizing by keeping their pages uncluttered with dense panelling, it’s in Hetamoé’s ‘Trance Dream Techno’ that the A6 format is most explicitly catered for. Hetamoé acknowledges the pocket-book sizing by utilising a single image per page, framing them with accompanying text and associated emoticons. The images depict fragments of a form of voyeurism, one where the image is attempted to be used as a mode of escape for the viewer but where the image itself resists these attempts (an archetypal anime schoolgirl character berates the viewer for wanting to enter her world). Despite its sparse use of imagery ‘Trance Dream Techno’ is dense with a language of association that operates across it at multiple levels of communication. The narrative text supplies the high-level context for the sequence of images while the accompanying emoticons, with their exaggerated expressiveness tending towards levity (at least how I read them), imply a duality of thought in the text suggesting that the narrator is unconvinced that their statements represent the whole truth of their feelings. The imagery, structured by the narrative text, also operates in sequence with its own logic of association: shots flicker between a doomed aeroplane and a scratchily rendered figure mirroring the plane’s descent, a dress and it’s bloodied aftermath, a girl in uniform and her in her panties, an eye/eyebrow and a samurai sword/scabbard – the brain focusses on these links to find meaning in the connections and it’s in this experience that I found Hetamoé’s work most rewarding. While most of ‘Trance Dream Techno’ is slathered in lurid colours, there is a single image rendered in grayscale that feels lifeless in comparison to the vibrant remainder. This image recalls the panty shot from earlier in the comic but represents it as an image on a computer screen, the reframing serving to divorce it from the realm of associations that had previously been formed and return it to the status of mere object. The sudden removal of the animating force behind the image, and the depressing weight that accompanies it, serves as a poignant reminder of the complex interplay between authorial intent and the expansive act of subjective interpretation, and association, that supports the maintenance of an image’s vitality.

Blimunda #4506.2016

Uma conversa com o Clube do Inferno.

Sara Figueiredo Costa interviews and writes about Clube do Inferno in Fundação José Saramago’s magazine (pg.24):

Se há coisa que transparece nas conversas com os membros do grupo, bem como nos livros e fanzines que publicam, é essa combinação explosiva entre a seriedade com que olham o mundo (e o reinventam, questionam,desafiam) e um humor cáustico e desarmante no modo como o comentam.

Onion A.V. Club09.2015

š! #22 ‘Fashion’

Shea Hennum, Tim O’Neil, Caitlin Rosberg, and Oliver Sava review Hetamoé’s story in š! #22 ‘Fashion’:

Still more obfuscated than “Picnic, Priest, And Plumber,” is “g” by the Portuguese cartoonist Hetamoé. Her story is a kaleidoscopic array of colors that blur into one another. Text is rendered in colors that clash with the art and blend into it, making it a laborious task to decipher. It’s something that needs to be deciphered to be fully understood, but it doesn’t require understanding to be enjoyed. It’s Hetamoé playing face-melting noise comics licks, and she draws more to approximate an emotion, or a sensation, than a story. It’s a shock to the system, and it stands out from more overtly narrative pieces.

Jornal Expresso09.2015

QCDI #3000

Sara Figueiredo Costa reviews QCDI 3000 for the weekly newspaper Expresso:

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LerBD09.2015

QCDI 3000.

Pedro Moura reviews QCDI 3000:

Este colectivo tem feito um trabalho notável desde o momento em que apareceram, sendo sérios na materialidade das suas publicações, nas suas estratégias de comunicação e circulação, até mesmo nas suas colaborações fora do colectivo ou fora do selo editorial que criaram, procurando mesmo arregimentar as sinergias que vão conseguindo criar, as relações que estabelecem, para a criação de uma contínua rede de trabalho. Além disso, como é notório, e perfeitamente natural dado o tempo inicial das suas obras individuais, há um desenvolvimento e crescimento das prestações gráficas de todos os seus autores. Nalguns casos, as transformações dos primeiros trabalhos e do que agora se apresenta é radicalmente distinto.

LerBD01.2015

Três Títulos do Clube do Inferno

Pedro Moura reviews our November 2014 releases:

Pode-se considerar, esperamos, o Clube do Inferno como um colectivo e artistas. Se a esmagadora maioria dos seus títulos são a solo, havendo alguns casos de colaborações cruzadas, e não tendo havido nenhuma publicação verdadeiramente conjunta, estamos em crer que todos os passos da produção de cada título conta com o apoio mútuo de cada membro. Além disso, se as características estilísticas, visuais, compositivas e até de género são bem distintas, quase ao ponto de impossível irmanação entre eles, isso também contribui de forma decisiva à variedade interna do grupo.

Chili Com Carne/Blog12.2014

Granda Morta!

Chili reviews our November 2014 releases:

Os quatro elementos do Clube do Inferno vão ser coroados como os reis da produtividade! Ah, não há monarquia… vai ser mesmo os porras do Coelho ou do Cavaco a darem uma medalha de empreendorismo ao André Pereira, Astromanta, Hetamoé e Mao por fazerem estes belos “chapbooks” que produzem de Morta em Morta. Desta vez sairam quatro – quatro! – publicações muito bem cuidadas embora com velocidades diferentes e no final tudo sabem a pouco!

Jornal Expresso12.2014

Há sempre um abraço debaixo de uma oliveira

Helena Bento wrote a nice recap of November 2014’s Feira Morta, talking to a number of authors there, including Clube do Inferno.

No Clube do Inferno publicam os seus próprios projetos, que apesar de individuais, com temáticas diferentes, acabam sempre por se encontrar num momento muito específico. “Todos temos a mesma ideia do que deve ser a banda desenhada”, explica Mao.

Blimunda #3011.2014

Banda Desenhada: Novo Fôlego em Três Novos Livros

Sara Figueiredo Costa writes about QCDA #2000 in Fundação José Saramago’s magazine (pg.33):

Sílvia Rodrigues, Amanda Baeza, Sofia Neto e Hetamoé partilham um volume com poucas páginas (20) mas de grande formato (A3). Quem está familiarizado com as publicações da Chili Com Carne poderá estranhar a capa, uma miscelânea colorida de personagens femininas que podiam ter saído de um episódio mais violento da Candy, Candy que serve de porta de entrada para a última história, assinada pela mesma autora da capa, Hetamoé. Num registo gráfico que açambarca referências da banda desenhada japonesa mais pop, onde se incluem meninas com lacinhos, ténis decorados e emoticons fofinhos, Hetamoé cria uma narrativa a partir de fragmentos, imagéticos e verbais, escondendo uma rudeza romanceada no cenário lollypop nipónico onde parece mover-se com tanto à vontade como capacidade de ironizar.”