By André Pereira. Published by Polvo.

 16 pages in black and white, in 16x23cm format, with cardstock cover in full colour. First printing of 500 copies. Launched on October 24, 2015, at the Amadora BD comic book fest. WRITTEN IN PORTUGUESE.

The IV Industrial Revolution has gone by: magic was democratized through several smartphone apps and the transmutation of the Market into a digitial sentient being unified society through the use of technology; everyone is born equal and with a steady connection to the internet.

Madoka Machina follows the love bond of a triad of young adults who try to fit into a society where Government no longer exists and a wage is an outdated concept. Having transfiguration powers – either inherited from some ancient mystical source or acquired at the latest online promotion – and the ability to bend reality to break on through to the other side doesn’t help as much as one might expect.

This first issue (of a series of six) is divided into three chapters, each regarding an aspect of the triad’s relationship through time: penis envy, generational gaps and grocery shopping, in order of appearance. Madoka Machina is written as a shoujo manga by someone who, despite really liking Sailor Moon, never quite understood it.


De André Pereira. Publicado pela Polvo.

16 páginas a preto e branco, em formato de 16×23 cm, com capa a cores em cartolina. Primeira edição de 500 exemplares. Lançado no festival AmadoraBD a 24 de Outubro de 2015.

A IV Revolução Industrial já passou. Democratizou-se a magia com recurso a várias aplicações para smartphone e a transmutação do Mercado numa senciência digital unificou a sociedade através da tecnologia: todos nascem iguais e com acesso à internet.

Madoka Machina acompanha a relação amorosa de uma tríade de jovens adultos que tenta integrar-se numa sociedade onde o Estado foi chutado para canto e o assalariado é um ser em vias de extinção no mercado de trabalho. Ter poderes de transfiguração – sejam eles delegados através de misticismo arcaico ou comprados na última promoção online – e a habilidade de dobrar a realidade para se atravessar para o outro lado não ajuda tanto quanto se esperaria.

Neste primeiro número (de uma série de seis) reunem-se três capítulos, cada um debruçando-se sobre um momento na relação entre as três personagens, onde se fala de penis envy, diferenças geracionais e compras de supermercado. O registo é o de shoujo manga, feito por quem nunca percebeu muito bem a Navegante da Lua, mas gostava.