By André Pereira. Published by Polvo.

16 pages in black and white, in 16x23cm format, with cardstock cover in full colour. First printing of 500 copies. First sold on May, 2017, at Beja’s Comics Fest. WRITTEN IN PORTUGUESE.

The IV Industrial Revolution has gone by: magic was democratized through several smartphone apps and the transmutation of the Market into a digitial sentient being unified society through the use of technology; everyone is born equal and with a steady connection to the internet.

Madoka Machina follows the love bond of a triad of young adults who try to fit into a society where Government no longer exists and a wage is an outdated concept. Having transfiguration powers – either inherited from some ancient mystical source or acquired at the latest online promotion – and the ability to bend reality to break on through to the other side doesn’t help as much as one might expect.

Two new chapters in Leonor’s life unfold in the fourth issue of Madoka Machina.

The first one deals with the miracle of maternity: visiting the hospital for the second time in the last couple of months, Leonor feels anxiety tightening its grip when, during a conversation with her accomplished childhood friend, she is diagnosed with existencial paralysis.

Perhaps the root of the problem is seeded deeply into the past, so on the second chapter we read an anxious, teenaged Leonor’s diary, seeking to find meaning in the hermetic behaviours of her friends and trying at the same time to figure out what the hell are these things running through her head.


De André Pereira. Publicado pela Polvo.

16 páginas a preto e branco, em formato de 16×23 cm, com capa a cores em cartolina. Primeira edição de 500 exemplares. Lançado no Festival de BD de Beja, em Maio de 2017.

A IV Revolução Industrial já passou. Democratizou-se a magia com recurso a várias aplicações para smartphone e a transmutação do Mercado numa senciência digital unificou a sociedade através da tecnologia: todos nascem iguais e com acesso à internet.

Madoka Machina acompanha a relação amorosa de uma tríade de jovens adultos que tenta integrar-se numa sociedade onde o Estado foi chutado para canto e o assalariado é um ser em vias de extinção no mercado de trabalho. Ter poderes de transfiguração – sejam eles delegados através de misticismo arcaico ou comprados na última promoção online – e a habilidade de dobrar a realidade para se atravessar para o outro lado não ajuda tanto quanto se esperaria.

Desfolham-se mais dois momentos da vida de Leonor neste quarto número da série.

No primeiro, o milagre da maternidade: de visita ao hospital pela segunda vez num par de meses, Leonor sente o sufoco apertar quando, em conversa com uma bem-sucedida amiga de infância, lhe é diagnosticada uma paralisia na existência.

Talvez o mal venha de trás, por isso, no segundo capítulo, lê-se o diário de uma Leonor adolescente e ansiosa, à procura de sentido nos comportamentos herméticos dos amigos, ao mesmo tempo que tenta perceber que coisas são aquelas que lhe andam a passar pela cabeça.