By André Pereira. Published by Polvo.

16 pages in black and white, in 16x23cm format, with cardstock cover in full colour. First printing of 500 copies. First sold on May, 2018, at the Beja Comics Festival. WRITTEN IN PORTUGUESE.

The IV Industrial Revolution has gone by: magic was democratized through several smartphone apps and the transmutation of the Market into a digitial sentient being unified society through the use of technology; everyone is born equal and with a steady connection to the internet.

Madoka Machina follows the love bond of a triad of young adults who try to fit into a society where Government no longer exists and a wage is an outdated concept. Having transfiguration powers – either inherited from some ancient mystical source or acquired at the latest online promotion – and the ability to bend reality to break on through to the other side doesn’t help as much as one might expect.

On the final issue of the mini-series Madoka Machina, Ismael and Leandro sit chatting on a grassy field while they await Leonor who, desperate and powered by pills, loses track of time in the process of mapping her own past.

This time around, the issue’s 16 pages are composed of a single chapter that follows the characters’ sinking in one uninterrupted blow, reverberating at times with the echoes of memories past.


De André Pereira. Publicado pela Polvo.

16 páginas a preto e branco, em formato de 16×23 cm, com capa a cores em cartolina. Primeira edição de 500 exemplares. Lançado no Festival de Banda Desenhada de Beja, no dia 27 de Maio de 2018.

A IV Revolução Industrial já passou. Democratizou-se a magia recorrendo a várias aplicações para smartphone e a transmutação do Mercado numa senciência digital unificou a sociedade através da tecnologia: todos nascem iguais e com acesso à internet.

Madoka Machina acompanha a relação amorosa de uma tríade de jovens adultos que tenta integrar-se numa sociedade onde o Estado foi chutado para canto e o assalariado é um ser em vias de extinção no mercado de trabalho.

No derradeiro número da mini-série, Ismael e Leandro conversam na relva enquanto esperam por Leonor que, em desespero de causa e à força de comprimidos, perde a noção do tempo ao tentar cartografar o seu passado.

Desta vez, as 16 páginas não se dividem em capítulos, acompanhando o afundar da personagem de uma assentada, sem interrupções, reverberando apenas pontualmente com o ritmo de memórias passadas.